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Dia 09 de Janeiro Postado em: Segunda-feira, 09 de Janeiro de 2012 | Por: Obs. Pesquisado e publicado pelo o Ir:. Paulo Jorge D. de Lima Desde a transferência da Corte portuguesa ao Brasil, em 1808, o povo que havia permanecido em Portugal ficou literalmente a ver navios, assistiram a família real e a nobreza fugirem desesperadamente para a colônia brasileira, e meses mais tarde viram a colônia virar “metrópole”, e com isso o fim do pacto colonial. Isso tudo, sem sombra de dúvidas, era muito ruim para os portugueses. Após o congresso de Viena, sete anos mais tarde, e o fim das guerras travadas com Napoleão, o povo português queria de volta a família real a Lisboa e o retorno do pacto colonial. O povo português exigia o retorno do Rei a Portugal, e o Brasil viu que podia ser Independente. Eis que em Agosto de 1820 eclodia a Revolução Liberal do Porto, em Lisboa. Essa revolução exigia o retorno da Família Real a Portugal, o retorno do Brasil a condição de Colônia, e o estabelecimento de uma monarquia constitucional. Surge um grande problema para D. João VI, ficar no Brasil e ver o reino de Portugal sumir de suas mãos, voltar para Portugal e rebaixar o Brasil a situação de colônia, o que causaria revolta por parte dos comerciantes e o povo brasileiro, não podendo ser esquecido que a América espanhola já estava se emancipando, que já haviam grandes movimentos em prol de uma libertação da América, e com grande participação popular, inclusive da maçonaria. D.João tinha ao seu lado uma grande aliada a Igreja Católica, defendia os Estados Absolutistas. O Rei D. João VI, então decidiu que seu filho D. Pedro fosse para Portugal buscando uma solução para o problema, chegando a lançar um decreto enviando D.Pedro para Lisboa, mas sobre pressão do Clero, da Nobreza e dos militares D. João VI resolve mudar de planos e retornar à Portugal, sob uma saída muito inteligente, pois assim continuaria com os plenos poderes tanto no Brasil como em Portugal, pois deixaria D.Pedro como príncipe regente do Brasil e após a sua morte uniria os dois Reinos e a manteria viva a Casa dos Bragança. Em abril de 1821, D. João VI retornaria a Portugal, com mais 4.000 pessoas entre nobres, militares, clero, magistrados. O Brasil passou a ser governado por um príncipe regente, D.Pedro de Alcântara, mais tarde intitulado D.PedroI.
CONTINUAÇÃO A partir do mês de setembro de 1821, circulava pelas ruas do Rio de Janeiro o jornal “Reverbero Constitucional Fluminense”, impresso feito circular pelos Maçons Joaquim Gonçalves Ledo e o Conêgo Januário da Cunha Barbosa. A principio, o jornal defendia a idéia de Reino Unido, defendendo que o Brasil voltasse a ser Sede da Corte. O jornal tomou uma dimensão muito grande e começou a defender a Independência do Brasil. Em janeiro de 1822, D.Pedro I deveria cumprir os decretos de seu pai e partir para Portugal. No dia 09 do mesmo mês, os maçons Joaquim Gonçalves Ledo, José Januário da Costa e José Clemente Pereira, um magistrado que havia sido eleito para o Senado da Câmara, entregaram uma carta ao príncipe regente, assinada ainda por José Bonifácio, Frei Francisco de Santa Tereza e Pedro Dias Paes Leme e mais 8 mil assinaturas, solicitando que não jurasse a Constituição portuguesa e que descumprisse os decretos de seu pai, permanecendo no Brasil, o que é muito duvidoso, pois no Rio de Janeiro a população era em torno de 100 habitantes, oito mil assinaturas é quase 10 % da população que era composta por escravos, sinhás fazendeiros comerciantes muitos deles analfabetos, e o resto da população também, as assinaturas são simbólicas. Em resposta D. Pedro I pronunciou a famosa frase: COMO É PARA O BEM DE TODOS E FELICIDADE GERAL DA NAÇÃO ESTOU PRONTO, DIGA AO POVO QUE EU FICO”. Depois de dar resposta: fico. D Pedro dirigindo-se á janela, disse ao povo: “Agora só tenho a recomendar-vos: UNIÃO E TRANQÜILIDADE”.
*Vítor Andrade Professor de História Pós Graduando em História da Maçonaria
O TRONCO DE BENEFICÊNCIA Postado em: Quinta-feira, 01 de Dezembro de 2011 | Por:
“Tudo o que se tem e não se dá, perde-se no renovar da vida!”Júlio César MorgantiA época da construção do Templo, erguido porSalomão em Jerusalém, foi criada uma coluna emminiatura que girava por entre as bancadas,recebendo as contribuições. A mão era introduzida pelo altocapitel, que a ocultava, havendo uma fenda no cimo do fustepara a passagem da oferta; naquela época, os arquitetos adenominavam “Tronco”.A função caritativa da Maçonaria se tornou tãodestacada, que a Ordem passou a ser identificada comofilantrópica. Ouvia-se falar que a imagem da Maçonaria eraFraternidade e Caridade. Assim, a antiga coleta, que se faziaentre os sacerdotes foi estendida aos associados, passando a ser destinada às obras piedosas da Corporação ou da Loja. Era costume, nas antigas “guildas”, recolher contribuiçõesdos que podiam ofertá-las, para socorrer os congregados,entre os quais se encontravam todos os tipos de homens:senhores, trabalhadores e serviçais. A proteção se estendia àsviúvas, órfãos, inválidos e servia até para defesa judicial dosmembros.Essa tradição passou à Maçonaria. Toda árvore ésustentada pela robustez de seu tronco, em cujo interior sobea seiva alimentadora. O tronco é mais forte na medida emque, pelo passar dos anos, são acrescidos os anéis oucamadas, isso faz com que seja aumentado seu diâmetro – seuvolume.A função do Tronco de Beneficência é crescer, sempreque exista necessidade de atender aqueles Irmãos maisnecessitados ou seus familiares. O Tronco, somente, fortalecessena medida em que aqueles que contribuem o fizerem como intuito de ajudar. Ele nunca é suspenso. O que é suspenso é o giro para reiniciar nas próximas reuniões.As administrações das Lojas devem ter em mente queo Tronco tem uma única finalidade, não fazendo parte dopatrimônio das mesmas. A tradição é de socorro e assistênciaa Irmãos necessitados, suas viúvas e órfãos. Isso deve sercumprido em primeiro lugar. Para isso, o Irmão Hospitaleirodeve, sempre, reservar uma parcela do mesmo paraeventualidades e urgências.Propostas de Irmãos, para que a Loja destine o Troncoa instituições profanas, devem ser analisadas com muitocritério e, se for atendida, não devemos, nunca, esquecer-se dareserva acima mencionada, destinando-se, para esse fim, umamenor parte do Tronco para as entidades assistenciaismaçônicas e não-maçônicas.As dádivas para o Tronco são sigilosas. Cada Irmãocontribui com o que pode e, se desprovido, não dará nada,mas, como todos, deve introduzir a mão direita fechada norecipiente e retirá-la aberta, pois ninguém pode servir-se dasimportâncias depositadas, cujo total é creditado àHospitalaria. Um mau costume, felizmente abolido, foi o deapregoar dádivas de Lojas ou IIr ausentes.O giro do Tronco deve ser praticado em silêncio ou aosom de música suave, cujos temas sejam de amor e deamizade. (Os maçons Mozart e Franz Lizt compuseram peçascom esses temas. Do primeiro: “Das Lob der Freudschat” e“Die Maurerfreude”; do segundo: “Sonho de Amor”).Pelo acima exposto, fica claro que a Maçonaria não éuma sociedade de beneficência, o que muitos profanos eaprendizes recém-ingressos na Ordem trazem em seuspensamentos. O principal é lembrar qual a finalidade doTronco de Solidariedade, Beneficência, das Viúvas, etc.Chamem-no como quiser. Se destina a ajudar os Irmãosnecessitados e, por conseguinte, seus familiares. *Publicado no Boletim Informativo da ARLS União eTranquilidade, edição nº 41, ano IV, outubro/2011.Anuncie conosco!Revista Arte
Este Texto foi nos enviado por nosso Irmão MM Raimundo Nonato Limão da A.R.L.S. Manoel Reginaldo Manoel Reginaldo da Rocha nº 2439 (GOB/RN). A Gênese dos Ritos Postado em: Quarta-feira, 02 de Novembro de 2011 | Por:
Este Artigo foi produzido e nos enviado por nosso Irmão M:. I:. Laercio Vidal, Loja Francisco Sales do Nascimento nº 13 - Oriente de Pau dos Ferros-RN.
A Gênese dos Ritos
Conceituamos rito como sendo um cerimonial próprio de um culto ou de uma sociedade, determinado pela autoridade competente; é a ordenação de qualquer cerimônia e, por extensão, designa culto, religião ou seita. Maçonicamente é a prática de se conferir a Luz Maçônica a um profano, através de um cerimonial próprio. Em seiscentos anos de Maçonaria documentada, uma imensidade de ritos surgiram. Mas, de 1356 a 1740, existiu um rito apenas, ou melhor, um sistema de cerimônias e práticas, ainda sem o título de Rito, que normatizava as reuniões maçônicas. Somente a partir de 1740 é que uma infinidade de ritos varreu o chão maçônico da Europa. Para evitar heresias, um Rito deve ter conteúdo que consagre algumas exigências bem conhecidas: o símbolo do Grande Arquiteto do Universo, o Livro da Lei, o Esquadro e o Compasso sobre o altar dos juramentos, sinais, toques, palavras e a divisão da Maçonaria Simbólica em três graus. Não há nenhum órgão internacional para reconhecer ritos. Acima do 3º Grau, cada Rito estabelece sua própria doutrina, hierarquia e cerimonial. Um rito maçônico, usando simbolismo próprio, é um grande edifício. Deve ter projeto integrado, dos alicerces ao topo. Cada rito possui detalhes peculiares. A linha maçônica doutrinária, em cada Rito, deve ser contínua, dos graus simbólicos aos filosóficos. Cada Rito é uma Universidade doutrinária.
Os Ritos praticados no Brasil Conforme observamos, existem muitos Ritos Maçônicos praticados em todo o mundo. No Brasil, especificamente, são praticados seis, alguns deles reconhecidos e praticados internacionalmente e outros com valor apenas regional. São eles, o Rito Schröeder ou Alemão (pouco praticado no Brasil), o Rito Moderno ou Francês, o Rito de Emulação ou York (o mais praticado no mundo), o Rito Adonhiramita, o Rito Brasileiro e o Rito Escocês Antigo e Aceito (o mais praticado no Brasil). O RITO SCHRÖEDER foi criado por Friedrich Ludwig Schröeder que, ao lado de Fessler, foi um dos reformadores da Maçonaria alemã. De acordo com o prefácio do ritual editado em 1960 pela Loja "ABSALON ZU DEN DREI NESSELN" (Absalão das Três Urtigas), Schröeder introduziu o rito em sua Loja a 29 de junho de 1801 e esse rito, desde logo, conquistou numerosas Lojas em toda a Alemanha e em outros países onde passou a ser praticado, principalmente por maçons de origem alemã. É um rito muito simples e trabalha, como o de York, apenas na chamada "pura Maçonaria" ou seja, na dos três graus simbólicos, já que não possui Altos Graus. No Rito Schröeder a expressão "Grande Arquiteto do Universo" é usada no plural - “Grande Arquiteto dos Universos (G.A.DD.UU.)”. O RITO MODERNO, criado em 1761, foi reconhecido pelo Grande Oriente da França em 1773. A partir de 1786, quando um projeto de reforma estabeleceu os sete graus do rito - em contraposição ao emaranhado dos Altos Graus da época -, ele teve grande impulso espalhando-se por toda a França, pela Bélgica, pelas colônias francesas e pelos países latino-americanos, inclusive pelo Brasil. Já no início do século XIX, o Grande Oriente do Brasil - primeira Obediência brasileira - foi fundado em 1822, adotando o Rito Moderno, antes do Rito Escocês que só seria introduzido em 1832. Em 1817 houve a grande reforma doutrinária que suprimiu a obrigatoriedade da crença em Deus e da imortalidade da alma, não como uma afirmação do ateísmo, mas por respeito à liberdade religiosa e de consciência, já que as concepções religiosas de uma pessoa devem ser de foro íntimo, não devendo ser impostas. O Grande Oriente da França, que acolheu a reforma, queria demonstrar com isso o máximo de escrúpulos para com os seus filiados, rejeitando toda e qualquer afirmação dogmática. Essa atitude provocou uma rápida reação da Grande Loja Unida da Inglaterra que rompeu com o Grande Oriente da França. O caso envolveu não apenas uma questão doutrinária como ainda político-religiosa. O RITO YORK é considerado bastante antigo. A Grande Loja de Londres, durante muito tempo após a sua fundação, teve uma influência muito limitada, pois a grande maioria das Lojas britânicas continuava a respeitar as antigas obrigações, permanecendo livres sem aderir ao sistema obediencial. O centro de resistência à Grande Loja era a antiga Loja de York, de grande tradição operativa e que dava aos membros da Grande Loja o título de "Modernos", enquanto eles próprios se autodenominavam "Antigos", pelo respeito às antigas leis. O que os Antigos censuravam nos Modernos era a descristianização dos rituais, a omissão das orações e da comemoração dos dias santos, contrariando assim os mandamentos da Santa Igreja (Anglicana). O cisma entre os Antigos e Modernos durou até 1813, quando as duas Grandes Lojas fundiram-se formando a Grande Loja Unida da Inglaterra, que adotava o Rito dos Antigos de York. A Constituição desse Supremo Órgão foi publicada em 1815. O rito não possui Altos Graus, tendo além dos três simbólicos, uma quarta etapa designada de "Real Arco", que é considerada uma extensão do Mestrado. O Rito de York, por ser teísta, está mais ligado aos países onde os cultos evangélicos predominam, pois o clero desses cultos tem dado à Maçonaria o apoio e o suporte necessário para a sua evolução e crescimento. O RITO ADONHIRAMITA nasceu de uma polêmica entre ritualistas em torno de Hiram Abif, chamado de ADON-HIRAM (Senhor Hiram) e ADONHIRAM, o preposto das corvéias, depois da construção do Templo de Jerusalém, de acordo com os textos bíblicos. O rito, depois de uma época de grande difusão, acabou desaparecendo. Todavia, no Brasil (onde foi o primeiro rito praticado), ele permaneceu, fazendo com que o país seja hoje o centro do rito, que teve seus graus aumentados de treze para trinta e três. O Rito Adonhiramita é deísta. O RITO BRASILEIRO teria sido criado em 1878, em Pernambuco, mas tem sua existência legal a partir de 23 de dezembro de 1914, quando foi publicado o Decreto nº. 500, do então Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Lauro Sodré, fazendo saber que, em sessão do Conselho Geral da Ordem havia sido aprovado o reconhecimento e incorporação do Rito Brasileiro entre os que compunham o Grande Oriente do Brasil. Depois o Rito desapareceria, para ressurgir em 1940 e novamente em 1962, praticamente desaparecer, até que em 1968, o Decreto nº. 2.080, de 19 de março de 1968, do Grão-Mestre Álvaro Palmeira, renovava os objetivos do Ato nº. 1617 de 3 de agosto de 1940, como o marco inicial da efetiva implantação do Rito Brasileiro. A partir daí, o rito teve grande crescimento no país. O RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO, Começou a nascer na França, quando Henriqueta de França, viúva de Carlos I, decapitado em 1649, por ordem de Cromwell, aceitou do Rei Luís XIV asilo em Saint-Germain-en-Laye, para lá se retirando com seus regimentos escoceses e irlandeses e os demais membros da nobreza, principalmente escocesa, que passaram a trabalhar pela restauração do trono, sob a cobertura das Lojas, das quais eram membros honorários, o que evitava que os espiões de Cromwell pudessem tomar conhecimento da conspiração.Consta que Carlos II, ao se preparar para recuperar o trono, criou um regimento chamado de Guardas Irlandeses, em 1661. Esse regimento possuía uma Loja, cuja constituição dataria de 25 de março de 1688 e que foi a única Loja do século XVII cujos vestígios ainda existem, embora os stuartistas católicos devam ter criado outras Lojas. O termo "escocês", já a partir daquela época, não designava mais uma nacionalidade, mas o partido dos seguidores dos Stuarts, escoceses em sua maioria. Assim, após a criação da Grande Loja de Londres, em 1717, existiam na França dois ramos maçônicos: a Maçonaria escocesa e stuartista, ainda com Lojas livres, e a inglesa com Lojas ligadas à Grande Loja. A Maçonaria escocesa, mais pujante, resolveu, em 1735, escolher um Grão-Mestre, adotando o regime obediencial, o que levaria à fundação da Grande Loja da França (Grande Oriente de 1772), embora esta designação só apareça em 1765. O escocesíssimo, na realidade, só se concretizou com a introdução daquilo que seria a sua característica máxima, os Altos Graus, através de uma entidade denominada "Conselhos dos Imperadores do Oriente e do Ocidente". Este Conselho criou o Rito de Héredom, com 25 graus, o qual, incorporado ao escocesíssimo, deu origem a uma escala de 33 graus, concretizada do primeiro Supremo Conselho do Rito em todo mundo. O REAA, por ter sido um rito deísta, não foi unanimemente aceito nos países onde predominavam as Igrejas Evangélicas e vicejou mais nos países latinos onde predomina o Catolicismo. É necessário explicar que atualmente o caráter deísta do Rito Escocês Antigo e Aceito misturou-se ao teísmo, sendo que este acabou sendo predominante. O REAA tem o mesmo forte caráter teísta do Rito de York. Fonte: Ir. Lucas Francisco Galdeano Referências Bibliográficas: CASTELLANI, José. Curso Básico de Liturgia e Ritualística. Londrina, Ed. "A TROLHA", 1991; FARIA, Fernando de. Rito Brasileiro de Maçons Antigos, Livres e Aceitos. "O SEMEADOR" nº 8 (2ª fase) Jul-Dez 1990; OLIVEIRA, Arnaldo Assis de. Escocesismo. Trabalho para aumento de salário no Ilustre Conselho de Kadosch nº 22, 1992; "EGRÉGORA" nº. 1/Jul-Ago 1993; nº. 2/ Set-Nov 1993; nº. 3/Dez 93-Fev 1994; nº. 4/Mar-Mai 1994; nº. 5/Jun-Ago 1994.
Antigas Obrigações da Maçonaria Postado em: Terça-feira, 01 de Novembro de 2011 | Por: Texto foi nos enviado por nosso Irmão Raimundo Nonato Limão de Souza M.:M.: da Loja Manoel Reginaldo da Rocha (GOB-RN) Oriente de Pau dos Ferros-RN
Antigas Obrigações da Maçonaria Na noite de 24 de junho de 1717 as quatro maiores Lojas Maçônicas da Inglaterra uniram-se e decidiram-se a declarar pública a sua existência e hoje a Maçonaria é uma organização civil registrada em cartórios e perfeitamente legalizada na maior parte dos países do mundo. A única exceção que me ocorre, citada inclusive no livro, é o Irã. Observando algumas das “Antigas Obrigações Maçônicas”, muito mais antigas que os famosos Landmarks de Mackey, compreenderemos os motivos. Não vou enumerar todas que estão, como os Landmarks, ao alcance de qualquer pesquisador disposto dar uns cliques com o mouse ou a ir a uma boa biblioteca pública ou livraria. Apenas ressalto, em minhas próprias palavras e como as compreendo, 7 das muitas Obrigações citadas no livro: _ Só são admitidos à Maçonaria os homens que acreditam num Ser Supremo e na imortalidade da alma. _ Nenhum Maçom deve revelar segredos de um Irmão que possam privá-lo de sua vida e propriedade. _ O Estado deve ser laico. – penso que aqui esteja a grande divergência do Irã e de qualquer Nação em que a aliança entre a Igreja e o Estado seja constitucional ou o que o valha. Ressalto ainda não existir proibição a que um iraniano (ou ser humano de qualquer nacionalidade ou credo) ingresse na Maçonaria. _ Um Irmão viajante em visita deve receber auxílio material imediato, emprego por dois meses e se indicará a próxima Loja para onde irá. – Segundo Robinson este é um claro indicativo de uma Ordem de Cavaleiros perseguidos potencialmente em grande perigo, jamais se encontrou referência a qualquer coisa remotamente parecida com esta recomendação nas guildas de pedreiros medievais. _ O Maçom jamais manterá qualquer tipo de contato sexual ilícito com a mulher, a mãe, a filha ou a irmã de outro homem. (Uma forma universal de cavalheirismo particularmente importante numa situação estressante como a de homens em fuga...) _ O Maçom deve manter um elevado padrão de dignidade, honradez e moralidade. – Neste ponto Robinson para e medita: seria esta época permissiva, de moralidade difusa e fobia a qualquer forma de comprometimento um empecilho para um maior desenvolvimento da Maçonaria? Não seria mais sensato à sociedade permissiva em que vivemos trazer de volta aqueles valores à sua prática ao invés de olhar para a Maçonaria com desdém ou desconfiança? _ É interditado fazer proselitismo de qualquer religião em detrimento de outra numa Loja aberta. – o meu parêntese aqui ressalta uma curiosidade: a Maçonaria não discrimina religião alguma, mas é frequentemente discriminada pela maioria, mais por desconhecimento ou por se manterem com conhecimentos parciais e equivocados.
O PRIMEIRO VOU DE UM BALÃO TRIPULADO Postado em: Segunda-feira, 26 de Setembtro de 2011 | Por:
O PRIMEIRO VOU DE UM BALÃO TRIPULADO
Os Irmãos Joseph Michel Montgolfier ( 26/08/1740--- 26/09/1810 e Jaques Etinme Montgolfier 06/01/1745—02/08/1799 , foram inventores que construíram o primeiro balão tripulado no ano de 1783. Ambos membros da FAMOSA LOJA DAS NOVE IRMÃS, EM PARIS No dia 05/06/1783, exibiram publicamente um balão que possuía 32 m de circunferência e era feito de linho que foi enchido com fumaça de uma fogueira de palha seca, elevou-se do chão cerca de 300 m durante cerca de 10 minutos voando uma distancia de aproximadamente 3 quilômetros. Muitos não consideram os maçons etenme e Joseph Montgolfier como os inventores do balão de Ar quente , em 1709, o Padre Jesuíta Português n no Brasil Colônia nascido . BATOLOMEU LOURENÇO DE GUSMÃO teria conseguido a ascensão em um balão cheio de ar quente, portanto quase 80 anos antes dos irmãos Franceses Montgolfier
Curiosidade postada por. Raimundo Nonato Limão de Souza M.: M.: Transformação Humana. Postado em: Sexta-feira, 16 de Setembtro de 2011 | Por:
Transformação Humana Tudo aquilo, portanto, que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles Abandonamos os bens do mundo profano Abraços fraternais foram as recompensas Aclamação pelos irmãos consagraram a gentil acolhida Adornos recebemos Aprendizes nos tornamos evolutionBaterias de alegria foram ouvidas Beneficência sendo louvada Crianças nos tornamos Conhecimento buscamos Candidatos à perfeição como destino Caridade como arma trazemos Deus estando connosco Estrela simbolizando o homem perfeito Eternidade é o nosso tempo Evolução por obrigação conseguiremos Fraternos sem dogmas e cepticismo Finalidade, o aperfeiçoamento G.A.D.U. aqui tens seus seguidores Harmonia em nossos corações palpitantes Hospitalaria contando connosco a toda hora do dia Huzé como saudação pela alegria Idade de três anos completamos Igualdade sentimos quando trabalhamos Imbatível espírito de irmandade Justas serão as nossas lutas Lapidar a pedra bruta seria só o inicio Livres de preconceitos e sendo de bons costumes Livro da Lei como fonte de sabedoria Loja se tornando nosso mundo de trabalho e reflexão Luz por causa teremos Maçons, aqui prontos estamos Mandamentos praticamos Meio-dia iniciamos Meia-noite encerramos Nomes conhecemos Ocidente foi a nossa porta de entrada Ordem e disciplina mantemos Oriente, perante o sol que Ilumina nos prostramos Ouvindo, ouvindo, aprendemos Palavras nos informam que já é chegada a hora Pedra bruta temos que desbastar Perfeição será a nossa meta Persuasão, e o bom exemplo serão nossas armas Pilares construiremos Propostas apresentaremos Purificação moral e espiritual manteremos Quadro da Loja, aqui estamos como humildes serventes Recompensa, distinção pelos nossos talentos Riqueza de conhecimento transmitida através dos ritos Ritos de passagem, repetidas de modo bem conhecidos. Ritos que nos ajudam dar ordem e sentido a vida. Ritos predizíveis realizados da mesma maneira por muitas gerações. Ritos marcando a transição de um estado de vida para outro. Sabedoria em todas as provas demonstraremos Salários simbólicos mereceremos Segredo com a vida guardaremos Silêncio por virtude praticaremos Simbolismos morais e filosóficos interpretaremos Sinais empregaremos e reconheceremos Templo de Salomão imagem das maravilhas da criação Templo, onde edificamos o ser humano ideal Testamento deixamos para nascermos numa vida nova Três, sempre três Três vezes três Três aspectos de um todo Trindade, começo, meio e fim União de todos por todos Verdade sempre será a nossa causa Virtude, a sociabilidade, o progresso como frutos Vozes dizendo que somos livres e de bons costumes Por fim dizemos que nós em novos homens nos transformamos. A riqueza do mundo profano se esvai, pois aqui tudo é novo. Poesia de Autor Desconhecido Esta poesia foi nos enviado por nosso Irmão José Medeiros Filho - Loja Francisco Sales do Nascimento nº13, Oriente de Pau dos Ferros-RN.
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