20/9 - DOUGLAS ALVES MARTINS
Filho do Ir:. Ednaldo - Loja Fº Sales do Nascimento

Aniversariantes do mês



















Artigos

O que é Maçonaria?
Postado em: Sábado, 20 de Julho de 2013 | Por:

Artigo pesquisado e nos enviado por nosso Ir:. Valério Diógenes, da A:.R:.L:.S:. Manoel Reginaldo da Rocha, Or:. de Pau dos Ferros/RN.


A Maçonaria é uma instituição essencialmente filosófica, filantrópica, educativa e progressista. 

Por que é Filosófica?

-É filosófica porque em seus atos e cerimônias ela trata da essência, propriedades e efeitos das causas naturais. Investiga as leis da natureza e relaciona as primeiras bases da moral e da ética pura.

Por que é Filantrópica?

- É filantrópica porque não está constituída para obter lucro pessoal de nenhuma classe, senão, pelo contrário, suas arrecadações e seus recursos se destinam ao bem-estar do gênero humano, sem distinção de nacionalidade, sexo, religião ou raça. Procura conseguir a felicidade dos homens por meio da elevação espiritual e pela tranquilidade da consciência. 

Por que é Progressista?

- É progressista porque partindo do princípio da imortalidade e da crença em um princípio criador regular e infinito, não se aferra a dogmas, prevenções ou superstições. E não põe nenhum obstáculo ao esforço dos seres humanos na busca da verdade, nem reconhece outro limite nessa busca senão o da razão com base na ciência. 

Quais são os seus princípios?

- A liberdade dos indivíduos e dos grupos humanos, sejam eles instituições, raças, nações; a igualdade de direitos e obrigações dos seres e grupos sem distinguir a religião, a raça ou nacionalidade; a fraternidade de todos os homens, já que somos todos filhos do mesmo CRIADOR e, portanto, humanos e como consequência, a fraternidade entre todas as nações. 

Qual o seu lema?

- Ciência - Justiça - Trabalho: Ciência, para esclarecer os espíritos e elevá-los; Justiça, para equilibrar e enaltecer as .relações humanas; e Trabalho por meio do qual os homens se dignificam e se tornam independentes economicamente. Em uma palavra, a Maçonaria trabalha para o melhoramento intelectual, moral e social da humanidade. 

Qual é seu objetivo?

- Seu objetivo é a investigação da verdade, o exame da moral e a prática das virtudes. 

O que entende a Maçonaria por moral?

- Moral é para a Maçonaria uma ciência com base no entendimento humano. É a lei natural e universal que rege todos os seres racionais e livres. É a demonstração científica da consciência. E essa maravilhosa ciência nos ensina nossos deveres e a razão do uso dos nossos direitos. Ao penetrar a moral no mais profundo da nossa alma sentimos o triunfo da verdade e da justiça. 

O que entende a Maçonaria por virtude?

- A Maçonaria entende que virtude é a força de fazer o bem em seu mais amplo sentido; é o cumprimento de nossos deveres para com a sociedade e para com a nossa família sem interesse pessoal. Em resumo: a virtude não retrocede nem ante o sacrifício e nem mesmo ante a morte, quando se trata do cumprimento do dever.

O que entende a Maçonaria por dever?

- A Maçonaria entende por dever o respeito e os direitos dos indivíduos e da sociedade. Porém não basta respeitar a propriedade apenas, mas, também, devemos proteger e servir aos nossos semelhantes. A Maçonaria resume o dever do homem assim: "Respeito a Deus, amor ao próximo e dedicação à família". Em verdade, essa é a maior síntese da fraternidade universal. 

A Maçonaria é religiosa?

- Sim, é religiosa, porque reconhece a existência de um único princípio criador, regulador, absoluto, supremo e infinito ao qual se dá, o nome de GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO, porque é uma entidade espiritualista em contra posição ao predomínio do materialismo. Estes fatores que são essenciais e indispensáveis para a interpretação verdadeiramente religiosa e lógica do UNIVERSO, formam a base de sustentação e as grandes diretrizes de toda ideologia e atividade maçônicas. 

A Maçonaria é uma religião?

- Não. A Maçonaria não é uma religião. É uma sociedade que tem por objetivo unir os homens entre si. União recíproca, no sentido mais amplo e elevado do termo. E nesse seu esforço de união dos homens, admite em seu seio pessoas de todos os credos religiosos sem nenhuma distinção. 

Para ser Maçom é necessário renunciar à religião a qual se pertence?

- Não, porque a Maçonaria abriga em seu seio homens de qualquer religião, desde que acreditem em um só Criador, o GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO, que é Deus. Geralmente existe essa crença entre os católicos, mas ilustres prelados tem pertencido à Ordem Maçônica; entre outros, o Cura Hidalgo, Paladino da Liberdade Mexicana; o Padre Calvo, fundador da Maçonaria na América Central; o Arcebispo da Venezuela, Don Ramon Ignácio Mendez; Padre Diogo Antônio Feijó; Cônegos Luiz Vieira, José da Silva de Oliveira Rolin, da Inconfidência Mineira, Frei Miguelino, Frei Caneca e muitos outros. 

Quais outros homens ilustres que foram Maçons?

- Filósofos como Voltaire, Goethe e Lessing; Músicos como Beethoven, Haydn e Mozart; Militares como Frederico o Grande, Napoleão e Garibaldi; Poetas como Byron, Lamartine e Hugo; Escritores como Castellar, Mazzini e Espling. 

Somente na Europa houve Maçons ilustres?

- Não. Também na América existiram. Os libertadores da América foram todos maçons. Washington nos Estados Unidos; Miranda, o Padre da Liberdade sul-americana; San Martin e O'Higgins, na Argentina; Bolivar, no Norte da América do Sul; Marti, em Cuba; Benito Juarez, no México e o Imperador Dom Pedro I no Brasil.

 

Quais os nomes de destaque no Brasil que foram Maçons?

-D. Pedro I, José Bonifácio, Gonçalves Lêdo, Luiz Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias), Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto, Prudente de Morais, Campos Salles, Rodrigues Alves, Nilo Peçanha, Hermes da Fonseca, Wenceslau Braz, Washington Luiz, Rui Barbosa e muitos outros. 

Então a Maçonaria é tolerante?

- A Maçonaria é eminentemente tolerante e exige dos seus. membros a mais ampla tolerância. Respeita as. Opiniões políticas e crenças religiosas de todos os homens, reconhecendo que todas as religiões e ideais políticos são igualmente respeitáveis e rechaça toda pretensão de outorgar situações de privilégio a qualquer uma delas em particular. 

O que a Maçonaria combate?

- A ignorância, a superstição, o fanatismo. O orgulho, a intemperança, o vício, a discórdia, a dominação e os privilégios. 

A Maçonaria é uma sociedade secreta?

- Não, pela simples razão de que sua existência é amplamente conhecida. As autoridades de vários países lhe concedem personalidade jurídica. Seus fins são amplamente difundidos em dicionários, enciclopédias, livros de história etc. O único segredo que existe e não se conhece senão por meio do ingresso na instituição, são os meios para se reconhecer os maçons entre si, em qualquer parte do mundo e o modo de interpretar seus símbolos e os ensinamentos neles contidos. 

Quais as principais obras da Maçonaria no Brasil?

- A Independência, a Abolição e a República. Isto para citar somente os três maiores feitos da nossa história, em que os maçons tomaram parte ativa. 

Quais as condições individuais indispensáveis para poder pertencer a Maçonaria?

- Crer na existência de um princípio Criador; ser homem livre e de bons costumes; ser consciente de seus deveres para com a Pátria, seus semelhantes e consigo mesmo; ter uma profissão ou oficio lícito e honrado que lhe permita prover suas necessidades pessoais e de sua família e a sustentação das obras da Instituição. 

O que se exige dos Maçons?

- Em princípio, tudo aquilo que se exige ao ingresso em qualquer outra instituição: respeito aos seus estatutos, regulamentos e acatamento às resoluções da maioria, tomadas de acordo com os princípios que as regem; amor à Pátria; respeito aos governos legalmente constituídos; acatamento às leis do país em que viva, etc. E em particular: a guarda do sigilo dos rituais maçônicos; conduta correta e digna dentro e fora da Maçonaria; a dedicação de parte do seu tempo para assistir às reuniões maçônicas; a prática da moral, da igualdade e da solidariedade humana e da justiça em toda a sua plenitude. Ademais, se proíbe terminantemente dentro da instituição, as discussões políticas e religiosas, porque prefere uma ampla base de entendimento entre os homens afim de evitar que sejam divididos por pequenas questões da vida civil. 

O que é um Templo Maçônico?

- É um lugar onde se reúnem os maçons periodicamente para praticar as cerimônias ritualísticas que lhes são permitidas, em um ambiente fraternal e propício para concentrar sua atenção e esforços para melhorar seu caráter, sua vida espiritual e desenvolver seu sentimento de responsabilidade, fazendo-lhes meditar tranquilamente sobre a missão do homem na vida, recordando-lhes constantemente os valores eternos cujo cultivo lhes possibilitará acercar-se da verdade. 

O que se obtêm sendo Maçom?

- A possibilidade de aperfeiçoar-se, de instruir-se, de disciplinar-se, de conviver com pessoas que, por suas palavras, por suas obras, podem constituir-se em exemplos; encontrar afetos fraternais em qualquer lugar em que se esteja dentro ou fora do país. Finalmente, a enorme satisfação de haver contribuído, mesmo em pequena parcela, para a obra moral e grandiosa levada a efeito pelos homens. A Maçonaria não considera possível o progresso senão na base de respeito à personalidade, à justiça social e a mais estreita solidariedade entre os homens. Ostenta o seu lema "Liberdade, Igualdade e Fraternidade" com a abstenção das bandeiras políticas e religiosas. O segredo maçônico, que de má fé e caluniosamente tem se servido os seus inimigos para fazê-la suspeita entre os espíritos cândidos ou em decadência, não é um dogma senão um procedimento, uma garantia, uma defesa necessária e legítima, porém como inevitavelmente tem sucedido com todo direito e seu dever correlativo, o preceito das reservas maçônicas já tem experimentado sua evolução nos tempos e segundo os países. A Maçonaria não tem preconceito de poderes, e nem admite em seu seio, pessoas que não tenham um mínimo de cultura que lhes permitam praticar os seus sentimentos e tenham uma profissão ou renda com que possam atender às necessidades dos seus familiares, fazer face às despesas da sociedade e socorros aos necessitados.

 

FONTE: http://www.gob.org.br/maconaria/o-que-e-maconaria.html



Dia 09 de Janeiro
Postado em: Segunda-feira, 09 de Janeiro de 2012 | Por:

Obs. Pesquisado e publicado pelo o Ir:. Paulo Jorge D. de Lima

Desde a transferência da Corte portuguesa ao Brasil, em 1808, o povo que havia permanecido em Portugal ficou literalmente a ver navios, assistiram a família real e a nobreza fugirem desesperadamente para a colônia brasileira, e meses mais tarde viram a colônia virar “metrópole”, e com isso o fim do pacto colonial. Isso tudo, sem sombra de dúvidas, era muito ruim para os portugueses.

Após o congresso de Viena, sete anos mais tarde, e o fim das guerras travadas com Napoleão, o povo português queria de volta a família real a Lisboa e o retorno do pacto colonial. O povo português exigia o retorno do Rei a Portugal, e o Brasil viu que podia ser Independente. Eis que em Agosto de 1820 eclodia a Revolução Liberal do Porto, em Lisboa. Essa revolução exigia o retorno da Família Real a Portugal, o retorno do Brasil a condição de Colônia, e o estabelecimento de uma monarquia constitucional.

Surge um grande problema para D. João VI, ficar no Brasil e ver o reino de Portugal sumir de suas mãos, voltar para Portugal e rebaixar o Brasil a situação de colônia, o que causaria revolta por parte dos comerciantes e o povo brasileiro, não podendo ser esquecido que a América espanhola já estava se emancipando, que já haviam grandes movimentos em prol de uma libertação da América, e com grande participação popular, inclusive da maçonaria. D.João tinha ao seu lado uma grande aliada a Igreja Católica, defendia os Estados Absolutistas.

As instituições principalmente comerciais viam que o Brasil deveria ser Independente, pois não era interessante o retorno do pacto colonial, mas também já não era mais vantajoso tornar-se uma monarquia portuguesa, ela queira sim o Império do Brasil.

Antes de partir o Rei D.João VI assinaria decretos importantes como que daria igualdade de condições e participação brasileira em relação a Portugal, assim dava certa tranqüilidade aos comerciantes e fazendeiros que ficaram no Brasil. Em Portugal, a Revolução Liberal estabeleceu uma junta governativa. Em função de o Rei estar ausente de Portugal governaria o Estado, convocariam as Cortes, redigiriam e aprovariam uma nova Constituição. Dentre os critérios de representação, o Brasil ficaria com 70 representantes, num total de mais de 200, e as capitanias passariam a se chamar províncias. No Brasil a notícia foi recebida com grande euforia. O Norte e Nordeste haviam se rebelado (Belém e Salvador), e no Rio de Janeiro a revolta seria pela reformulação dos ministérios e pela convocação das cortes com eleições indiretas. Dentre as facções políticas brasileiras surgiu, assim, o Partido Português, que defendia o retorno do Rei D. João VI à Portugal, e o retorno do Brasil à condição colonial.

O Rei D. João VI, então decidiu que seu filho D. Pedro fosse para Portugal buscando uma solução para o problema, chegando a lançar um decreto enviando D.Pedro para Lisboa, mas sobre pressão do Clero, da Nobreza e dos militares D. João VI resolve mudar de planos e retornar à Portugal, sob uma saída muito inteligente, pois assim continuaria com os plenos poderes tanto no Brasil como em Portugal, pois deixaria D.Pedro como príncipe regente do Brasil e após a sua morte uniria os dois Reinos e a manteria viva a Casa dos Bragança. Em abril de 1821, D. João VI retornaria a Portugal, com mais 4.000 pessoas entre nobres, militares, clero, magistrados. O Brasil passou a ser governado por um príncipe regente, D.Pedro de Alcântara, mais tarde intitulado D.PedroI.


Meses depois, no Brasil ocorreria a convocação para as cortes, e entre os eleitos estariam muitos defensores da Independência do Brasil. Muitos deles pertencentes à Maçonaria como: Cipriano Barata, médico e eleito pela província da Bahia, Francisco Muniz Tavares, Padre e eleito pela província de Pernambuco, o irmão de José Bonifácio, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada e Silva, advogado eleito por São Paulo, Diogo Antônio Feijó, Padre e eleito por São Paulo, e Nicolau dos Santos Vergueiro, fazendeiro e também eleito por São Paulo.


A Maçonaria neste momento ainda continuaria suspensa e as Lojas Maçônicas fechadas. As atividades maçônicas ressurgiriam em 24 de Junho de 1821 período de festas a São João, que é o padroeiro dos Maçons. Cerca de um ano mais tarde seria iniciado o príncipe regente D.Pedro I. Tomaria novo fôlego o trabalho incansável da Maçonaria para proclamar a independência do Brasil. Os Maçons travavam a luta emancipacionista tanto nas Lojas Maçônicas quanto na vida política e social brasileira, que no momento encontrava-se instável. As cortes haviam se reunido em janeiro de 1821 e àquela hora já teriam editado uma série de leis e decretos que prejudicariam o Brasil. As províncias agora não mais seguiam orientação do Rio de Janeiro e sim de Lisboa, tanto que no fim do ano de 1821 uma determinação vinda direta de Lisboa, transferia ministérios e repartições públicas do Rio de Janeiro para Lisboa, e a última reação de Portugal foram os decretos 124 e 125 de Dom João VI, que exigiam o retorno imediato do príncipe Dom Pedro I à Portugal.


As cortes gerais extraordinárias e constituintes na nação portuguesa, havendo decretado, em data de hoje a forma de governo e administração pública das províncias do Brasil, de maneira que a continuação da residência do príncipe real no Rio de Janeiro se torna não só necessária, mas até indecorosa à sua alta hierarquia: e considerando juntamente quanto convém aos interesses da nação que sua alteza real no viaje por alguns países ilustrados , a fim de obter aqueles conhecimentos que se fazem necessários, para um dia ocupar dignamente o trono português: mandam respeitosamente participar a El-Rei que tem resolvido o seguinte: 1º que o príncipe real regresse quanto antes para Portugal; 2º que Sua Alteza, logo que chegue a Portugal, passe a viajar incógnito às cortes e reinos da Espanha, França e Inglaterra, sendo acompanhado por pessoas dotadas de luzes, virtudes e adesão ao sistema constitucional, que para este fim, Sua majestade houver por bem nomear.


A essa altura o Brasil já não podia mais retornar a sua condição colonial, já havia uma mentalidade própria se solidificando. Os próprios brasileiros que foram estudar na Europa, no inicio do século, àquela altura, já haviam se formado, já eram homens maduros, e muitos faziam parte da corte Portuguesa, como é caso de José Bonifácio de Andrade e Silva, que anos antes havia sido apresentado ao Ministro D. Rodrigo de Sousa Coutinho, que solicitou décadas antes ao Maçom Hipólito da Costa para ir aos Estados Unidos e a Inglaterra para estudos econômicos.José Bonifácio se formou em Coimbra, foi professor universitário, e com a formação da juntas governativas provisórias foi nomeado vice-presidente da província de São Paulo, assim teria uma proximidade muito grande junto ao imperador Dom Pedro I.


CONTINUAÇÃO


A partir do mês de setembro de 1821, circulava pelas ruas do Rio de Janeiro o jornal “Reverbero Constitucional Fluminense”, impresso feito circular pelos Maçons Joaquim Gonçalves Ledo e o Conêgo Januário da Cunha Barbosa. A principio, o jornal defendia a idéia de Reino Unido, defendendo que o Brasil voltasse a ser Sede da Corte. O jornal tomou uma dimensão muito grande e começou a defender a Independência do Brasil.

Em janeiro de 1822, D.Pedro I deveria cumprir os decretos de seu pai e partir para Portugal. No dia 09 do mesmo mês, os maçons Joaquim Gonçalves Ledo, José Januário da Costa e José Clemente Pereira, um magistrado que havia sido eleito para o Senado da Câmara, entregaram uma carta ao príncipe regente, assinada ainda por José Bonifácio, Frei Francisco de Santa Tereza e Pedro Dias Paes Leme e mais 8 mil assinaturas, solicitando que não jurasse a Constituição portuguesa e que descumprisse os decretos de seu pai, permanecendo no Brasil, o que é muito duvidoso, pois no Rio de Janeiro a população era em torno de 100 habitantes, oito mil assinaturas é quase 10 % da população que era composta por escravos, sinhás fazendeiros comerciantes muitos deles analfabetos, e o resto da população também, as assinaturas são simbólicas. Em resposta D. Pedro I pronunciou a famosa frase: COMO É PARA O BEM DE TODOS E FELICIDADE GERAL DA NAÇÃO ESTOU PRONTO, DIGA AO POVO QUE EU FICO”. Depois de dar resposta: fico. D Pedro dirigindo-se á janela, disse ao povo: “Agora só tenho a recomendar-vos: UNIÃO E TRANQÜILIDADE”.


A partir desse momento como a própria orientação do príncipe era a hora de tranqüilidade. As tropas portuguesas que se negavam a jurar fidelidade a D. Pedro eram mandadas de volta a Portugal, e criava-se assim o exército brasileiro. José Bonifácio foi nomeado ministro de D. Pedro. Ainda não era a Independência do Brasil, e sim uma resposta do partido brasileiro, exigindo maior autonomia, em um segundo momento o desejo de uma Independência política começou a se fortalecer. O dia 09 DE JANEIRO de 1822 é considerado pela historiografia brasileira como: “O DIA DO FICO”.


José Bonifácio é considerado hoje “Patriarca da Independência”. A sua inteligência sempre foi uma de suas maiores virtudes vindo a se tornar o todo poderoso Ministro do Reino e Estrangeiro. Devido a influência de José Bonifácio junto ao Príncipe, considerando que Bonifácio era defensor da idéia de uma Monarquia Constitucional, enquanto o grupo de Gonçalves Ledo era a favor de um regime republicano. Essas questões seriam levantadas diante do impasse do imperador, se convocava eleições diretas ou indiretas para as Cortes portuguesas. Começava aí o distanciamento do Príncipe em relação a Portugal, e abriria as portas para a Independência do Brasil meses mais tarde.


O Dia 09 de Janeiro de 1822, é o marco para Independência “política” do Brasil, na verdade ninguém tinha coragem de se manifestar, nem fazendeiros que não concordavam com a situação de virar colônia novamente, nem comerciantes, nem políticos, o povo infelizmente não teve participação neste acontecimento, e se teve a história fez questão de esquecê-los. A data deve ser lembrada, vivificada, estudada, os livros de história e os historiadores, devem relembrar essas datas, é triste ler nos livros apenas 1 linha a respeito de nomes como GONÇALVES LEDO, CIPRIANO BARATA, JANUÁRIO CUNHA BARBOSA,entre outros, um povo que esquece seus ídolos, seus heróis está apagando sua memória,e sujeitando-se a cometer erros que podem ser irreparáveis a nação.

*Vítor Andrade

Professor de História

Pós Graduando em História da Maçonaria


 



O TRONCO DE BENEFICÊNCIA
Postado em: Quinta-feira, 01 de Dezembro de 2011 | Por:

“Tudo o que se tem e não se dá, perde-se no renovar da vida!”

Júlio César Morganti

A época da construção do Templo, erguido por

Salomão em Jerusalém,  foi criada uma coluna em

miniatura que girava por entre as bancadas,

recebendo as contribuições. A mão era introduzida pelo alto

capitel, que a ocultava, havendo uma fenda no cimo do fuste

para a passagem da oferta; naquela época, os arquitetos a

denominavam “Tronco”.

A função caritativa da Maçonaria se tornou tão

destacada, que a Ordem passou a ser identificada como

filantrópica. Ouvia-se falar que a imagem da Maçonaria era

Fraternidade e Caridade. Assim, a antiga coleta, que se fazia

entre os sacerdotes foi estendida aos associados, passando a ser destinada às obras piedosas da Corporação ou da Loja. Era costume, nas antigas “guildas”, recolher contribuições

dos que podiam ofertá-las, para socorrer os congregados,

entre os quais se encontravam todos os tipos de homens:

senhores, trabalhadores e serviçais. A proteção se estendia às

viúvas, órfãos, inválidos e servia até para defesa judicial dos

membros.

Essa tradição passou à Maçonaria. Toda árvore é

sustentada pela robustez de seu tronco, em cujo interior sobe

a seiva alimentadora. O tronco é mais forte na medida em

que, pelo passar dos anos, são acrescidos os anéis ou

camadas, isso faz com que seja aumentado seu diâmetro – seu

volume.

A função do Tronco de Beneficência é crescer, sempre

que exista necessidade de atender aqueles Irmãos mais

necessitados ou seus familiares. O Tronco, somente, fortalecesse

na medida em que aqueles que contribuem o fizerem com

o intuito de ajudar. Ele nunca é suspenso. O que é suspenso é o giro para reiniciar nas próximas reuniões.

As administrações das Lojas devem ter em mente que

o Tronco tem uma única finalidade, não fazendo parte do

patrimônio das mesmas. A tradição é de socorro e assistência

a Irmãos necessitados, suas viúvas e órfãos. Isso deve ser

cumprido em primeiro lugar. Para isso, o Irmão Hospitaleiro

deve, sempre, reservar uma parcela do mesmo para

eventualidades e urgências.

Propostas de Irmãos, para que a Loja destine o Tronco

a instituições profanas, devem ser analisadas com muito

critério e, se for atendida, não devemos, nunca, esquecer-se da

reserva acima mencionada, destinando-se, para esse fim, uma

menor parte do Tronco para as entidades assistenciais

maçônicas e não-maçônicas.

As dádivas para o Tronco são sigilosas. Cada Irmão

contribui com o que pode e, se desprovido, não dará nada,

mas, como todos, deve introduzir a mão direita fechada no

recipiente e retirá-la aberta, pois ninguém pode servir-se das

importâncias depositadas, cujo total é creditado à

Hospitalaria. Um mau costume, felizmente abolido, foi o de

apregoar dádivas de Lojas ou IIr ausentes.

O giro do Tronco deve ser praticado em silêncio ou ao

som de música suave, cujos temas sejam de amor e de

amizade. (Os maçons Mozart e Franz Lizt compuseram peças

com esses temas. Do primeiro: “Das Lob der Freudschat” e

“Die Maurerfreude”; do segundo: “Sonho de Amor”).

Pelo acima exposto, fica claro que a Maçonaria não é

uma sociedade de beneficência, o que muitos profanos e

aprendizes recém-ingressos na Ordem trazem em seus

pensamentos. O principal é lembrar qual a finalidade do

Tronco de Solidariedade, Beneficência, das Viúvas, etc.

Chamem-no como quiser. Se destina a ajudar os Irmãos

necessitados e, por conseguinte, seus familiares. 

*Publicado no Boletim Informativo da ARLS União e

Tranquilidade, edição nº 41, ano IV, outubro/2011.

Anuncie conosco!

Revista Arte

 

Este Texto foi nos enviado por nosso Irmão MM Raimundo Nonato Limão da A.R.L.S. Manoel Reginaldo Manoel Reginaldo da Rocha nº 2439 (GOB/RN).



A Gênese dos Ritos
Postado em: Quarta-feira, 02 de Novembro de 2011 | Por:

 

Este Artigo foi produzido e nos enviado por nosso Irmão M:. I:. Laercio Vidal, Loja Francisco Sales do Nascimento nº 13 - Oriente de Pau dos Ferros-RN.             

 

 A Gênese dos Ritos 

Conceituamos rito como sendo um cerimonial próprio de um culto ou de uma sociedade, determinado pela autoridade competente; é a ordenação de qualquer cerimônia e, por extensão, designa culto, religião ou seita. Maçonicamente é a prática de se conferir a Luz Maçônica a um profano, através de um cerimonial próprio. Em seiscentos anos de Maçonaria documentada, uma imensidade de ritos surgiram. Mas, de 1356 a 1740, existiu um rito apenas, ou melhor, um sistema de cerimônias e práticas, ainda sem o título de Rito, que normatizava as reuniões maçônicas. Somente a partir de 1740 é que uma infinidade de ritos varreu o chão maçônico da Europa. Para evitar heresias, um Rito deve ter conteúdo que consagre algumas exigências bem conhecidas: o símbolo do Grande Arquiteto do Universo, o Livro da Lei, o Esquadro e o Compasso sobre o altar dos juramentos, sinais, toques, palavras e a divisão da Maçonaria Simbólica em três graus. Não há nenhum órgão internacional para reconhecer ritos. Acima do 3º Grau, cada Rito estabelece sua própria doutrina, hierarquia e cerimonial.   Um rito maçônico, usando simbolismo próprio, é um grande edifício. Deve ter projeto integrado, dos alicerces ao topo. Cada rito possui detalhes peculiares. A linha maçônica doutrinária, em cada Rito, deve ser contínua, dos graus simbólicos aos filosóficos. Cada Rito é uma Universidade doutrinária.

                                         Os Ritos praticados no Brasil

Conforme observamos, existem muitos Ritos Maçônicos praticados em todo o mundo. No Brasil, especificamente, são praticados seis, alguns deles reconhecidos e praticados internacionalmente e outros com valor apenas regional. São eles, o Rito Schröeder ou Alemão (pouco praticado no Brasil), o Rito Moderno ou Francês, o Rito de Emulação ou York (o mais praticado no mundo), o Rito Adonhiramita, o Rito Brasileiro e o Rito Escocês Antigo e Aceito (o mais praticado no Brasil).

O RITO SCHRÖEDER foi criado por Friedrich Ludwig Schröeder que, ao lado de Fessler, foi um dos reformadores da Maçonaria alemã. De acordo com o prefácio do ritual editado em 1960 pela Loja "ABSALON ZU DEN DREI NESSELN" (Absalão das Três Urtigas), Schröeder introduziu o rito em sua Loja a 29 de junho de 1801 e esse rito, desde logo, conquistou numerosas Lojas em toda a Alemanha e em outros países onde passou a ser praticado, principalmente por maçons de origem alemã. É um rito muito simples e trabalha, como o de York, apenas na chamada "pura Maçonaria" ou seja, na dos três graus simbólicos, já que não possui Altos Graus. No Rito Schröeder a expressão "Grande Arquiteto do Universo" é usada no plural - “Grande Arquiteto dos Universos (G.A.DD.UU.)”.

 

O RITO MODERNO, criado em 1761, foi reconhecido pelo Grande Oriente da França em 1773. A partir de 1786, quando um projeto de reforma estabeleceu os sete graus do rito - em contraposição ao emaranhado dos Altos Graus da época -, ele teve grande impulso espalhando-se por toda a França, pela Bélgica, pelas colônias francesas e pelos países latino-americanos, inclusive pelo Brasil. Já no início do século XIX, o Grande Oriente do Brasil - primeira Obediência brasileira - foi fundado em 1822, adotando o Rito Moderno, antes do Rito Escocês que só seria introduzido em 1832. Em 1817 houve a grande reforma doutrinária que suprimiu a obrigatoriedade da crença em Deus e da imortalidade da alma, não como uma afirmação do ateísmo, mas por respeito à liberdade religiosa e de consciência, já que as concepções religiosas de uma pessoa devem ser de foro íntimo, não devendo ser impostas. O Grande Oriente da França, que acolheu a reforma, queria demonstrar com isso o máximo de escrúpulos para com os seus filiados, rejeitando toda e qualquer afirmação dogmática. Essa atitude provocou uma rápida reação da Grande Loja Unida da Inglaterra que rompeu com o Grande Oriente da França. O caso envolveu não apenas uma questão doutrinária como ainda político-religiosa.

 

O RITO YORK é considerado bastante antigo. A Grande Loja de Londres, durante muito tempo após a sua fundação, teve uma influência muito limitada, pois a grande maioria das Lojas britânicas continuava a respeitar as antigas obrigações, permanecendo livres sem aderir ao sistema obediencial. O centro de resistência à Grande Loja era a antiga Loja de York, de grande tradição operativa e que dava aos membros da Grande Loja o título de "Modernos", enquanto eles próprios se autodenominavam "Antigos", pelo respeito às antigas leis. O que os Antigos censuravam nos Modernos era a descristianização dos rituais, a omissão das orações e da comemoração dos dias santos, contrariando assim os mandamentos da Santa Igreja (Anglicana). O cisma entre os Antigos e Modernos durou até 1813, quando as duas Grandes Lojas fundiram-se formando a Grande Loja Unida da Inglaterra, que adotava o Rito dos Antigos de York. A Constituição desse Supremo Órgão foi publicada em 1815. O rito não possui Altos Graus, tendo além dos três simbólicos, uma quarta etapa designada de "Real Arco", que é considerada uma extensão do Mestrado. O Rito de York, por ser teísta, está mais ligado aos países onde os cultos evangélicos predominam, pois o clero desses cultos tem dado à Maçonaria o apoio e o suporte necessário para a sua evolução e crescimento.

 

O RITO ADONHIRAMITA nasceu de uma polêmica entre ritualistas em torno de Hiram Abif, chamado de ADON-HIRAM (Senhor Hiram) e ADONHIRAM, o preposto das corvéias, depois da construção do Templo de Jerusalém, de acordo com os textos bíblicos. O rito, depois de uma época de grande difusão, acabou desaparecendo. Todavia, no Brasil (onde foi o primeiro rito praticado), ele permaneceu, fazendo com que o país seja hoje o centro do rito, que teve seus graus aumentados de treze para trinta e três. O Rito Adonhiramita é deísta.

 

O RITO BRASILEIRO teria sido criado em 1878, em Pernambuco, mas tem sua existência legal a partir de 23 de dezembro de 1914, quando foi publicado o Decreto nº. 500, do então Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Lauro Sodré, fazendo saber que, em sessão do Conselho Geral da Ordem havia sido aprovado o reconhecimento e incorporação do Rito Brasileiro entre os que compunham o Grande Oriente do Brasil. Depois o Rito desapareceria, para ressurgir em 1940 e novamente em 1962, praticamente desaparecer, até que em 1968, o Decreto nº. 2.080, de 19 de março de 1968, do Grão-Mestre Álvaro Palmeira, renovava os objetivos do Ato nº. 1617 de 3 de agosto de 1940, como o marco inicial da efetiva implantação do Rito Brasileiro. A partir daí, o rito teve grande crescimento no país.

 

O RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO, Começou a nascer na França, quando Henriqueta de França, viúva de Carlos I, decapitado em 1649, por ordem de Cromwell, aceitou do Rei Luís XIV asilo em Saint-Germain-en-Laye, para lá se retirando com seus regimentos escoceses e irlandeses e os demais membros da nobreza, principalmente escocesa, que passaram a trabalhar pela restauração do trono, sob a cobertura das Lojas, das quais eram membros honorários, o que evitava que os espiões de Cromwell pudessem tomar conhecimento da conspiração.Consta que Carlos II, ao se preparar para recuperar o trono, criou um regimento chamado de Guardas Irlandeses, em 1661. Esse regimento possuía uma Loja, cuja constituição dataria de 25 de março de 1688 e que foi a única Loja do século XVII cujos vestígios ainda existem, embora os stuartistas católicos devam ter criado outras Lojas. O termo "escocês", já a partir daquela época, não designava mais uma nacionalidade, mas o partido dos seguidores dos Stuarts, escoceses em sua maioria. Assim, após a criação da Grande Loja de Londres, em 1717, existiam na França dois ramos maçônicos: a Maçonaria escocesa e stuartista, ainda com Lojas livres, e a inglesa com Lojas ligadas à Grande Loja. A Maçonaria escocesa, mais pujante, resolveu, em 1735, escolher um Grão-Mestre, adotando o regime obediencial, o que levaria à fundação da Grande Loja da França (Grande Oriente de 1772), embora esta designação só apareça em 1765. O escocesíssimo, na realidade, só se concretizou com a introdução daquilo que seria a sua característica máxima, os Altos Graus, através de uma entidade denominada "Conselhos dos Imperadores do Oriente e do Ocidente". Este Conselho criou o Rito de Héredom, com 25 graus, o qual, incorporado ao escocesíssimo, deu origem a uma escala de 33 graus, concretizada do primeiro Supremo Conselho do Rito em todo mundo. O REAA, por ter sido um rito deísta, não foi unanimemente aceito nos países onde predominavam as Igrejas Evangélicas e vicejou mais nos países latinos onde predomina o Catolicismo. É necessário explicar que atualmente o caráter deísta do Rito Escocês Antigo e Aceito misturou-se ao teísmo, sendo que este acabou sendo predominante. O REAA tem o mesmo forte caráter teísta do Rito de York.

Fonte: Ir. Lucas Francisco Galdeano

 

Referências Bibliográficas:

CASTELLANI, José. Curso Básico de Liturgia e Ritualística. Londrina, Ed. "A TROLHA", 1991;

FARIA, Fernando de. Rito Brasileiro de Maçons Antigos, Livres e Aceitos. "O SEMEADOR" nº 8 (2ª fase) Jul-Dez 1990;

OLIVEIRA, Arnaldo Assis de. Escocesismo. Trabalho para aumento de salário no Ilustre Conselho de Kadosch nº 22, 1992;

"EGRÉGORA" nº. 1/Jul-Ago 1993; nº. 2/ Set-Nov 1993; nº. 3/Dez 93-Fev 1994; nº. 4/Mar-Mai 1994; nº. 5/Jun-Ago 1994.

 

 

 



Antigas Obrigações da Maçonaria
Postado em: Terça-feira, 01 de Novembro de 2011 | Por:

Texto foi nos enviado por nosso Irmão Raimundo Nonato Limão de Souza M.:M.: da Loja Manoel Reginaldo da Rocha (GOB-RN) Oriente de Pau dos Ferros-RN

 

 

Antigas Obrigações da Maçonaria

Na noite de 24 de junho de 1717 as quatro maiores Lojas Maçônicas da Inglaterra uniram-se e decidiram-se a declarar pública a sua existência e hoje a Maçonaria é uma organização civil registrada em cartórios e perfeitamente legalizada na maior parte dos países do mundo. A única exceção que me ocorre, citada inclusive no livro, é o Irã. Observando algumas das “Antigas Obrigações Maçônicas”, muito mais antigas que os famosos Landmarks de Mackey, compreenderemos os motivos. Não vou enumerar todas que estão, como os Landmarks, ao alcance de qualquer pesquisador disposto dar uns cliques com o mouse ou a ir a uma boa biblioteca pública ou livraria. Apenas ressalto, em minhas próprias palavras e como as compreendo, 7 das muitas Obrigações citadas no livro:

_ Só são admitidos à Maçonaria os homens que acreditam num Ser Supremo e na imortalidade da alma.

_ Nenhum Maçom deve revelar segredos de um Irmão que possam privá-lo de sua vida e propriedade.

_ O Estado deve ser laico. – penso que aqui esteja a grande divergência do Irã e de qualquer Nação em que a aliança entre a Igreja e o Estado seja constitucional ou o que o valha. Ressalto ainda não existir proibição a que um iraniano (ou ser humano de qualquer nacionalidade ou credo) ingresse na Maçonaria.

_ Um Irmão viajante em visita deve receber auxílio material imediato, emprego por dois meses e se indicará a próxima Loja para onde irá. – Segundo Robinson este é um claro indicativo de uma Ordem de Cavaleiros perseguidos potencialmente em grande perigo, jamais se encontrou referência a qualquer coisa remotamente parecida com esta recomendação nas guildas de pedreiros medievais.

_ O Maçom jamais manterá qualquer tipo de contato sexual ilícito com a mulher, a mãe, a filha ou a irmã de outro homem. (Uma forma universal de cavalheirismo particularmente importante numa situação estressante como a de homens em fuga...)

_ O Maçom deve manter um elevado padrão de dignidade, honradez e moralidade. – Neste ponto Robinson para e medita: seria esta época permissiva, de moralidade difusa e fobia a qualquer forma de comprometimento um empecilho para um maior desenvolvimento da Maçonaria? Não seria mais sensato à sociedade permissiva em que vivemos trazer de volta aqueles valores à sua prática ao invés de olhar para a Maçonaria com desdém ou desconfiança?

_ É interditado fazer proselitismo de qualquer religião em detrimento de outra numa Loja aberta. – o meu parêntese aqui ressalta uma curiosidade: a Maçonaria não discrimina religião alguma, mas é frequentemente discriminada pela maioria, mais por desconhecimento ou por se manterem com conhecimentos parciais e equivocados.

 

 



O PRIMEIRO VOU DE UM BALÃO TRIPULADO
Postado em: Segunda-feira, 26 de Setembtro de 2011 | Por:

O PRIMEIRO VOU DE UM BALÃO TRIPULADO

 

Os Irmãos Joseph Michel Montgolfier ( 26/08/1740--- 26/09/1810 e Jaques Etinme Montgolfier 06/01/1745—02/08/1799 , foram inventores que construíram o primeiro balão tripulado no ano de 1783. Ambos  membros da FAMOSA LOJA DAS NOVE IRMÃS, EM PARIS

 No  dia 05/06/1783, exibiram publicamente um balão que possuía 32 m de circunferência e era feito de linho que foi enchido com fumaça de uma fogueira de palha seca, elevou-se do chão cerca de 300 m durante cerca de 10 minutos voando uma distancia de aproximadamente 3 quilômetros.

Muitos não consideram os maçons etenme e Joseph Montgolfier como os  inventores do balão de  Ar quente , em 1709, o Padre Jesuíta Português n no Brasil Colônia  nascido .  BATOLOMEU LOURENÇO DE GUSMÃO  teria conseguido a ascensão em um balão cheio de ar quente, portanto quase 80 anos antes dos irmãos Franceses Montgolfier

 

Curiosidade postada por. Raimundo Nonato Limão de Souza M.: M.:



Transformação Humana.
Postado em: Sexta-feira, 16 de Setembtro de 2011 | Por:

 

Transformação Humana Tudo aquilo, portanto, que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles Abandonamos os bens do mundo profano Abraços fraternais foram as recompensas Aclamação pelos irmãos consagraram a gentil acolhida Adornos recebemos Aprendizes nos tornamos evolutionBaterias de alegria foram ouvidas Beneficência sendo louvada Crianças nos tornamos Conhecimento buscamos Candidatos à perfeição como destino Caridade como arma trazemos Deus estando connosco Estrela simbolizando o homem perfeito Eternidade é o nosso tempo Evolução por obrigação conseguiremos Fraternos sem dogmas e cepticismo Finalidade, o aperfeiçoamento G.A.D.U. aqui tens seus seguidores Harmonia em nossos corações palpitantes Hospitalaria contando connosco a toda hora do dia Huzé como saudação pela alegria Idade de três anos completamos Igualdade sentimos quando trabalhamos Imbatível espírito de irmandade Justas serão as nossas lutas Lapidar a pedra bruta seria só o inicio Livres de preconceitos e sendo de bons costumes Livro da Lei como fonte de sabedoria Loja se tornando nosso mundo de trabalho e reflexão Luz por causa teremos Maçons, aqui prontos estamos Mandamentos praticamos Meio-dia iniciamos Meia-noite encerramos Nomes conhecemos Ocidente foi a nossa porta de entrada Ordem e disciplina mantemos Oriente, perante o sol que Ilumina nos prostramos Ouvindo, ouvindo, aprendemos Palavras nos informam que já é chegada a hora Pedra bruta temos que desbastar Perfeição será a nossa meta Persuasão, e o bom exemplo serão nossas armas Pilares construiremos Propostas apresentaremos Purificação moral e espiritual manteremos Quadro da Loja, aqui estamos como humildes serventes Recompensa, distinção pelos nossos talentos Riqueza de conhecimento transmitida através dos ritos Ritos de passagem, repetidas de modo bem conhecidos. Ritos que nos ajudam dar ordem e sentido a vida. Ritos predizíveis realizados da mesma maneira por muitas gerações. Ritos marcando a transição de um estado de vida para outro. Sabedoria em todas as provas demonstraremos Salários simbólicos mereceremos Segredo com a vida guardaremos Silêncio por virtude praticaremos Simbolismos morais e filosóficos interpretaremos Sinais empregaremos e reconheceremos Templo de Salomão imagem das maravilhas da criação Templo, onde edificamos o ser humano ideal Testamento deixamos para nascermos numa vida nova Três, sempre três Três vezes três Três aspectos de um todo Trindade, começo, meio e fim União de todos por todos Verdade sempre será a nossa causa Virtude, a sociabilidade, o progresso como frutos Vozes dizendo que somos livres e de bons costumes Por fim dizemos que nós em novos homens nos transformamos. A riqueza do mundo profano se esvai, pois aqui tudo é novo.

 Poesia de Autor Desconhecido

Esta poesia foi nos enviado por nosso Irmão José Medeiros Filho - Loja Francisco Sales do Nascimento nº13, Oriente de Pau dos Ferros-RN.

 



Página anterior • | Página 1 | • Próxima página
Informativo Maçônico
Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. Salmo 133.
Todos os Direitos Reservados.
Desenvolvido por
Studio Host Internet